| Antevisão do Nac. Inverno |
| 27-Fev-2008 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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É já dia 1 de Março em Ponte da Barca que se realiza o II Torneio Nacional de Inverno de Masters . Este Torneio inicia um ciclo interessante nos Masters... as novidades advêm de esta e outras provas FPN contabilizarem pontos para o Troféu Especialistas Masters e para a Taça Masters (respectivamente no âmbito individual e de Clubes)
Da análise da Startlist já publicada é possivel antever desde já uma participação elevada e um nível competitivo mais elevado que o usual ao que não serão alheias as já referidas novidades. O ambiente e Espirito Master, esses, estão garantidos ao mais alto nível que tivémos na primeira edição do torneio em 2007 .
Segue-se a apresentação de alguns dados estatísticos compilados a partir da Startlist
ParticipaçãoO crescimento na participação é excelente. Na anterior edição do torneio foram 90 os que participaram em provas individuais (eram 100 os inscritos entre provas individuais e estafetas). A não se verificarem ausências, os 133 inscritos em provas individuais deste ano correspondem a um aumento de 47% na participação, ou 33% pressupondo uns conservadores 10% de 'faltas' (i.e. 120 participantes efectivos). O número de provas individuais a nadar neste torneio promete crescer ainda mais, saltando 58% das 322 na edição de 2007 para as 510 que se aguardam.
Comparativamente aos Torneio do INATEL em Lisboa, a participação é acima do esperado já que nos mais recentes(Campeonato Distrital do INATEL e Torneio de Especialidades II) participaram apenas 116 Masters, e a Associação de Natação de Lisboa é a que têm o maior número de Nadadores Master registados.
O recente torneio do INATEL em Coimbra teve 160 participantes com idade Master (contabilizando os da ANDDEMOT que não têm efectivamnte este licenciamento), que foi excelente, tendo benficiado de uma localização muito central no pais e do factor apelativo de ser um dos raros torneios em piscina de 50.
Sendo positivo que uma parte significativa dos torneios se realizem perto dos centros populacionais com mais Masters (Lisboa, Porto e Coimbra) apraz-nos verificar que os torneios, como este Nacional de Inverno, se conseguem afirmar levando os Masters a outras paragens. Sinal de que gostamos de viajar e não caímos no ditadura da maioria de querer tudo à porta.
Quanto à participação ainda um apelo a que nas próximas épocas o INATEL volte a abrir os seus Torneios a todos os Masters, não restringindo a participaçao nos seus mais importates torneios exclusivamente aos seus associados. Entendem-se alguns dos motivos, mais rígidos e regulamentares, mas atente-se no resultado prático:
Decerto muitos de nós, cuja filiação Master na FPN/ANL decorre gratuitamente de sermos associados no INATEL, não gostariamos de ser impedidos de participar nos principais torneios da FPN (T. Nac. Inverno, Camp. Nac. Masters e Camp. Nac. Masters AA) ficando apenas com os restantes (T. Preparacao Masters, Troféu C.da Rainha, T Masters ANNP) que, sendo apeteciveís, não são efectivamente os grandes torneios da época.
Participação por ClubesO destaque como vêm sendo habitual, fora do INATEL, vai para a Académica de Coimbra, a dominar, ao nível da participação. Ainda nos lugares cimeiros, outros habituais, entre os quais o nosso Futebol Benfica (8 nadadores que vão realizar 45 provas). Além da participação dos colegas de Vigo, com quem recentemente estivemos no XIV Cto. España de Invierno Masters, saúda-se o surgir de novas equipas, como o Belensenses, onde decerto irá florescer a semente dos Masters, como está já a suceder no Algés (isto para não citar o nosso Fófó).
Nadadores Por EscalãoSem fazer a apologia da idade, é saudável constatar que a distribuição de idades neste torneio tem uma preponderância nos 40-49 anos. Os dados apurados em 2007 para a população Master Portuguesa em 2007 apontavam, comparativamente a países neste aspecto mais desenvolvidos (Reino Unido), para um deficit nos escalões mais veteranos. Se este deficit ainda existe é no mínimo atenuado por uma mais forte participação deste escalões mais veteranos.
![]() Participação no II T. Nacional de Inverno Masters (2008)
![]() Dados de 2007 - Inscrições nas respectivas Federações ~
As provas mais escolhidasNas tabelas que seguem pode verificar-se quais as provas mais escolhidas e a respectiva média de idades. Os 50 Livres, como esperado, a prova com maior adesão, enquanto que as dificuldades dos 100M levam esta prova a ser a menos escolhida.
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